LISBOA-KIEV EM COMBOIO RÁPIDO VAI SER REALIDADE.

Vila do Conde [Portugal] Segunda-Feira, Junho 30, 2008

LISBOA-KIEV EM COMBOIO RÁPIDO VAI SER REALIDADE.


Finalmente foi dada luz verde para o arranque da construção da linha ferroviária para comboios de alta-velocidade entre Lyon e Turim. Sete anos depois, os autarcas de vale de Susa, levantam o veto. Em meados de Julho, o governo de Berlusconi dará também o aval.

Já foram abertos 10 km de galerias sob os Alpes, do lado francês. Mas nada foi feito do lado italiano.

Mas vão ser construídos 200 km sob os Alpes, incluindo um túnel de 53 km no valor de 7,5 mil milhões de euros. Isto vai permitir o transporte de 40 milhões de toneladas de mercadorias por ano, o equivalente a 2 milhões de mercadorias e 7 milhões de viajantes.

A nível europeu, o TAV é o elo que faltava no projecto prioritário da União Europeia “Corredor 5”, que vai ligar Lisboa a Kiev, dentro de 20 anos. Uma rede de cinco mil km que vai servir 250 milhões de europeus.

O projecto deve fazer o contrapeso ao eixo Rhin-Danúbio, nomeadamente em direcção aos países de Leste e que vai consolidar a competitividade dos países da Europa do Sul, Portugal, Espanha, Itália e França.

Do ponto de vista ambiental, o eixo Lyon-Turim é defendido como um meio de protecção do Maciço Alpino, ao abrir caminho entre vales para milhares de camiões que ali passam diariamente.

85% das trocas entre França e Itália efectuam-se pela estrada, consumindo cinco vezes mais energia do que o comboio.

Em termos económicos, toda a região ganha com esta rede ferroviária concorrencial através da Europa. A França e a Itália são os primeiros países a beneficiar do novo contexto.

Mas o projecto tem detractores há já 90 anos, quando começou a ser debatido. Prometem dar luta e tudo fazer para impedir a construção. Consideram o custo exorbitante, além de que os trabalhos a fazer durante 12 anos vão intensificar o tráfego rodoviário.

Agravando tudo isto, as rochas a demolir contêm urânio e amianto que podem contaminar o ambiente.

Fonte: Euronews

David Parelho
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# Enviado em Segunda 30 Junho 2008 18:53

FALHA NA SINALIZAÇÃO ATRASA COMBOIOS NA LINHA DE SINTRA.

Vila do Conde [Portugal] Segunda-Feira, Junho 30, 2008

FALHA NA SINALIZAÇÃO ATRASA COMBOIOS NA LINHA DE SINTRA.


Circulação no troço entre Barcarena e Meleças deverá ser restabelecida até às 17 horas.

Durante a manhã desta segunda-feira, uma avaria na sinalização da Linha de Sintra provocou alguns atrasos nos comboios.

Fonte da CP confirmou ao PortugalDiário que as reparações no troço entre Barcarena e Meleças deverão estar concluídas até às 17 horas, evitando assim maiores atrasos numa das linhas suburbanas com mais passageiros da Europa.

Fonte: Portugal Diário

David Parelho
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# Enviado em Segunda 30 Junho 2008 18:52

VILA NOVA DE GAIA: CORPO DE JOVEM ENCONTRADO JUNTO Á LINHA FÉRREA EM VALADARES.

Vila do Conde [Portugal] Segunda-Feira, Junho 30, 2008

VILA NOVA DE GAIA: CORPO DE JOVEM ENCONTRADO JUNTO Á LINHA FÉRREA EM VALADARES.


O corpo de um homem, com idade entre os 20 e os 30 anos, foi hoje encontrado, em Valadares, Gaia, junto à linha férrea, presumindo-se que tenha sido colhido por um comboio.

Em declarações à Lusa, o comandante dos bombeiros Voluntários de Valadares disse que o alerta foi dado cerca das 06:45 pela tripulação de uma composição que "reparou em algo anormal" junto à linha, a cerca de 800 metros a Sul da estação de Valadares.

A circulação ferroviária esteve interdita no sentido Sul/Norte, ficando limitada a uma linha, por onde circularam os comboios nos dois sentidos.

À hora do almoço a situação foi normalizada.

As circunstâncias em que o acidente ocorreu, assim como a hora, ainda não foram apuradas, estando a investigação a cargo da Polícia Judiciária.

O cadáver, ainda não identificado, foi transportado para o instituto de Medicina Legal do Porto.

Fonte: Agência LUSA

David Parelho
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# Enviado em Segunda 30 Junho 2008 18:51

NOTICIA REFER.

Vila do Conde [Portugal] Segunda-Feira, Junho 30, 2008

NOTICIA REFER.

MORAM EM FRENTE Á PRAIA MAS NÃO PODEM LÁ CHEGAR.

DOIS MIL ASSINARAM PROTESTO CONTRA FALTA DE PASSAGENS EM DOIS QUILÓMETROS.


A REFER está a vedar a via-férrea entre Espinho e a Granja, em S. Félix da Marinha. São cerca de dois quilómetros de linha entre a zona de maior densidade populacional e as melhores praias. Dois mil estão contra.

Se por um lado a REFER quer velar pela segurança de todos aqueles que atravessam a linha a caminho da praia, por outro está a indignar milhares de pessoas que adquiriram habitação naquela zona, a pensar que estavam a comprar casa de praia, e que, para lá chegar, vêem-se "obrigados" a atravessar a linha a pé. É que a única zona de atravessamento é uma passagem muito precária, situada a norte, junto ao Hotel Solverde.

O caso chegou mesmo à Assembleia Municipal de Gaia, onde foi entregue um abaixo-assinado com mais de duas mil assinaturas.

"Comprámos casa frente à praia e pagamos por esse privilégio. A linha já cá estava, é certo, mas esta zona cresceu muito. Há que ter em conta essa situação e fazer acessos às praias", lamentou um morador, Orlando Couto.

"E o pior é que a falta de acessos implica que não possa haver apoios de praia e consequentemente nadadores-salvadores, isto apesar de virem para aqui milhares de pessoas", disse o presidente da Junta de S. Félix, Joaquim Almeida, que há quatro anos reclama junto da REFER pela construção de duas passagens desniveladas, sem resultados.

Entretanto, se no que respeita à vedação entre Espinho e a Granja, a REFER ainda só colocou, até meio da distância, uma rede de cada lado da linha, na Rua Moinho de Vento, a norte do Hotel Solverde, que desembocava na via-férrea, construiu um muro de cerca de dois metros de altura.

Segundo moradores, por ali passavam centenas de pessoas todos os dias a caminho da praia e por isso ficaram indignados quando se aperceberam que não estava a ser acautelada qualquer alternativa.

Álvaro Sabença, morador, explicou, ao JN, que foi feito um abaixo-assinado, que reuniu centenas de assinaturas, onde se exige que a REFER faça uma passagem desnivelada. "Se não for feita, há já quem queira deitar o muro abaixo", afirmou.

Fonte: Jornal de Noticias

David Parelho
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# Enviado em Segunda 30 Junho 2008 18:49

MOÇAMBIQUE: CAMINHO DE FERRO DE MOÇAMBIQUE ESTÁ A INVESTIR 35 MILHÕES DE DÓLARES NA RECUPERAÇÃO DE VAGÕES.

Vila do Conde [Portugal] Segunda-Feira, Junho 30, 2008

MOÇAMBIQUE: CAMINHO DE FERRO DE MOÇAMBIQUE ESTÁ A INVESTIR 35 MILHÕES DE DÓLARES NA RECUPERAÇÃO DE VAGÕES.


A empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique está a proceder à recuperação de 670 vagões, empreitada que custará 35 milhões de dólares e durar cerca de dois anos, disse sexta-feira em Maputo à macauhub o director de comunicação da empresa.

De acordo com António Libombo, esta empreitada teve início em Fevereiro de 2007 e destina-se a conferir maior qualidade aos serviços prestados aos utentes.

Sobre outros projectos ainda em curso, António Libombo referiu que a estratégica Linha de Sena, cujas obras de reconstrução estão a cargo do consórcio Right and Icon da Índia (51 por cento) e dos CFM (49 por cento) está a decorrer a um bom ritmo.

As obras da Linha de Sena, um troço de 670 quilómetros, iniciaram-se em 2002 e deverão ser concluídas no primeiro semestre do próximo ano, estando orçadas em 275 milhões de dólares.

Numa primeira fase, a reconstrução contou apenas com investimentos próprios dos CFM na ordem dos 40 milhões de dólares, que foram aplicados na recuperação de 50 quilómetros.

"Depois, mais tarde, contámos com a participação do Banco Mundial", disse à Macauhub o director de comunicação dos CFM.

Os CFM recebem locomotivas da Índia e têm máquinas a operar da General Motors (Estados Unidos da América), segundo referiu a nossa fonte.

Neste momento decorrem, segundo a fonte, as obras de conclusão do troço de Ressano Garcia, numa extensão de 88 quilómetros, projecto estimado em 80 milhões de dólares.

Está igualmente em curso a recuperação da Linha de Salamanga (zona sul), um investimento de 8 milhões de dólares, fundos próprios dos CFM.

A recuperação da Linha do Limpopo, também na zona sul, numa extensão de 534 quilómetros, que liga Moçambique ao Zimbabwe representou um investimento de 53 milhões de dólares.

Fonte: Agência Macauhub

David Parelho
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# Enviado em Segunda 30 Junho 2008 18:47