ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE MARVÃO-BEIRÃ A SAQUE.

Vila do Conde [Portugal] Quarta-Feira, Julho 02, 2008

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE MARVÃO-BEIRÃ A SAQUE.

Por ordens superiores que ninguém da estrutura ou circulação sabe responder, a Estação de Marvão Beirã viu-se privada do seu património imobiliário.

Anexo à estação existe um edifício que em tempos serviu de Cantina e Restaurante e que com o encerramento das fronteiras viu-se promovido a dormitório para maquinistas da Operadora de Caminho de Ferro, CP, durante longos anos.

Esta estrutura viu-se privada do mobiliário no mês de Maio passado quando uma carrinha de caixa aberta carregou vários moveis antigos. Sem que alguém saiba porquê, para quê e com indicação de quem.

David Parelho
[ Adicionar um comentário ] [ Nenhum comentário ]
# Enviado em Quarta 02 Julho 2008 19:24

VENTO DO COMBOIO ATIRA MULHER À LINHA FÉRREA.

Vila do Conde [Portugal] Quarta-Feira, Julho 02, 2008

VENTO DO COMBOIO ATIRA MULHER À LINHA FÉRREA.

Uma mulher de 50 anos ficou gravemente ferida, ontem terça-feira, à passagem de um comboio, quando seguia pela linha, no lugar de Fórnea de Cá, na Lousã.

Maria Isabel Paiva, que vê e ouve mal , terá tombado com a fricção de ar gerada e com o susto. "Ela é muito magrinha, mesmo muito. Com a massa de ar e com o susto, deve ter caído. Se a automotora lhe tivesse tocado teria feito ferimentos, e não vi sangue". Quem o diz é Luísa Correia, familiar do companheiro da vítima, que mora perto do local do acidente, em Fórnea do Meio, e foi quem chamou os bombeiros. O tio, com cerca de 70 anos, também caminhava na linha e correu a pedir-lhe ajuda.

Não se viu sangue, mas o estado da vítima é grave, segundo os Hospitais da Universidade de Coimbra, onde ainda estava a ser vigiada, ontem, ao início da noite. Apresentava várias fracturas e um derrame ao nível do abdómen. "É uma situação bastante instável", afirmou fonte hospitalar.

Faltavam poucos minutos para as 11.00 horas e Maria Isabel Paiva seguia pela linha férrea, do mercado em direcção a casa, com o companheiro um pouco mais atrás. "Ele avisou-a de que vinha lá a automotora. Ela vê muito pouco e também não ouve bem. Com a atrapalhação a desviar-se, e com o ar, deve ter tombado", explica Luísa Correia, recriando as palavras do tio, na altura.

Os bombeiros da Lousã também acreditam que a vítima deverá ter sido projectada para a margem devido à fricção de ar provocada pela passagem do comboio, cujo motorista nem se apercebeu de qualquer incidente.

De acordo com o Centro de Coordenação Operacional Regional de Coimbra, o companheiro de Maria Isabel Paiva terá recebido, igualmente, assistência, por se sentir mal. "Ele tem epilepsia", recordou Maria da Piedade Correia, outra sobrinha, que acompanhou o JN ao local da ocorrência. Paralelamente à linha, há uma estrada alcatroada. Divide-as um declive repleto de canas, onde se vê um canal aberto pelo socorro.

O casal não costuma circular pela linha, garantem as irmãs Correia. Mas muita gente sim, embora não haja memória de outros acidentes. Maria Alice Santos, que também habita em Fórnea do Meio, tem um discurso crítico: "Muita gente vai pela linha. Mas o povo tem a estrada. Aquele caminho não é nosso. Eu lá não passo".

Fonte: Jornal de Notícias

David Parelho
[ Adicionar um comentário ] [ Nenhum comentário ]
# Enviado em Quarta 02 Julho 2008 19:23

LANÇAMENTO DO CONCURSO PARA O MATERIAL CIRCULANTE DO SISTEMA DE MOBILIDADE DO MONDEGO.

Vila do Conde [Portugal] Terça-Feira, Julho 01, 2008

LANÇAMENTO DO CONCURSO PARA O MATERIAL CIRCULANTE DO SISTEMA DE MOBILIDADE DO MONDEGO.

Intervenção da Secretária de Estado dos Transportes no lançamento do Concurso Público Internacional do Material Circulante para o Sistema de Mobilidade do Mondego, na Lousã.

Senhor Governador Civil de Coimbra,Senhor Presidente da Câmara Municipal da Lousã,Senhor Presidente da Câmara Municipal de Coimbra,Senhora Presidente da Câmara Municipal de Miranda do Corvo, Senhores Presidentes da Metro Mondego, CP, Refer e FerbritasMinhas Senhoras e Meus Senhores,

Hoje é um marco histórico na mobilidade da região do Vale do Mondego abrangendo três Municípios: Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra.

O lançamento do Concurso Público Internacional do Material Circulante para o Sistema de Mobilidade do Mondego constitui um ponto de viragem de um projecto estruturante para a mobilidade desta região e que por demasiadas vezes tem sido adiado.

Assim, após o início das obras de construção das três interfaces previstas para o Ramal – Lousã, Miranda do Corvo e Ceira, cuja conclusão ocorrerá ainda este ano, surge agora o lançamento do Concurso do Material Circulante com vista a assegurar o seu fornecimento quando as obras de modernização do Ramal da Lousã estiverem concluídas.

O concurso prevê um fornecimento inicial de 20 a 22 veículos para o serviço suburbano com prazo de entrega de 26 meses e um fornecimento adicional de 16 a 20 veículos para o serviço urbano em regime de opção livre de aquisição, num investimento total estimado em cerca de 60 milhões de euros.

Este material circulante terá elevados padrões de conforto e segurança e estarão equipados para circular com prioridade nos cruzamentos com a rodovia, em meio urbano, e nas passagens de nível remanescentes entre Coimbra e Serpins.

Fica assim garantida uma exploração eficaz e fiável para satisfação dos passageiros, contribuindo definitivamente para a melhoria das condições de vida das pessoas e da mobilidade na região, mas também ficam garantidas boas condições de adaptação ao meio envolvente, diminuindo os impactes negativos sobre o território.

Por outro lado, as regras do concurso também obrigam que, no mínimo, 80% dos veículos sejam montados no nosso País, reflectindo uma preocupação de que parte deste investimento público se destine ao tecido empresarial nacional.

Esta é, portanto, uma boa notícia, quer para a região, quer para o País.

Esta é também a prova inequívoca do empenhamento do Governo e da irreversibilidade do Sistema de Mobilidade do Mondego.

Minhas Senhoras e meus Senhores,

Quero também dar nota da evolução prevista para as obras de electrificação e requalificação de todo o ramal da Lousã.

De forma a acelerar todo o processo, as obras de modernização ao longo do Ramal da Lousã, entre Serpins e Coimbra B, serão divididas em cinco empreitadas.

No prazo máximo de um mês será lançado o concurso para a primeira empreitada, no troço compreendido entre Lousã e Miranda do Corvo, o que permitirá iniciar as obras durante o primeiro trimestre do próximo ano.

Ainda este ano, até Outubro, será lançado o concurso relativo ao troço Miranda do Corvo-Alto de S. João. Os concursos relativos aos restantes três troços – Alto S. João-S. José; S. José- Coimbra Cidade e Coimbra Cidade-Coimbra B – serão lançados durante o primeiro semestre de 2009.

Minhas Senhoras e meus Senhores,

Este é um plano ambicioso de recuperação, electrificação e requalificação de todo o ramal da Lousã. E a única forma de requalificar o ramal da Lousã é fazer obras no ramal da Lousã.

E falemos claro, deixemo-nos de demagogias!

Para fazer obras no ramal da Lousã é preciso interromper o serviço ferroviário durante cerca de dois anos após o início das obras. E não adianta pensar que poderia ser de outra maneira. Para fazer obras de fundo no ramal da Lousã, fosse qual fosse a solução, teria sempre que ser interrompido o serviço. Queremos é fazê-lo minimizando os incómodos para os cidadãos: no mais curto espaço de tempo e disponibilizando transportes alternativos o mais confortáveis possível.

Mas depois dos incómodos vêm os resultados, vêm os benefícios para os cidadãos.

O novo sistema de mobilidade, mais confortável, mais rápido, mais seguro, mais fiável, entrará em operação, entre Serpins e Coimbra Cidade, em Fevereiro de 2011, e até Coimbra B em Outubro de 2011.

Minhas Senhoras e meus Senhores,

Confesso que não tem sido fácil chegar a esta fase e tenho perfeita consciência que a concretização do plano traçado obriga ainda a um intenso trabalho que não depende só do Governo.

Do lado do Governo podem contar com o mesmo empenho que tivemos desde o primeiro dia para a concretização deste projecto, como aliás comprovam as obras que estão a decorrer nas interfaces da Lousã, Miranda do Corvo e de Ceira, o lançamento do presente concurso, ou o plano que acabei de anunciar.

Empenho em trabalho, mas também de afirmação e resistência num esforço continuo para credibilizar todo um investimento essencial para a mobilidade de uma vasta população e que infelizmente se vê demasiadas vezes inadvertidamente utilizado para servir os interesses de alguns numa atitude populista e demagógica.

Verdade se diga que não é caso único, pois parece que virou moda – a falta de ideias é compensada com um discurso do «bota abaixo» e de «pôr tudo em causa».

O que antes é verdade, agora é mentira.

Não interessa que anteriormente tenham sido chamados a exercer funções com responsabilidades governativas e tenham tomado decisões de realização de investimentos, numa conjuntura em que o País não tinha assegurado a sua consolidação orçamental e até, permitam-me que recorde a expressão utilizada, «estava de tanga».

Atente-se ao histórico do projecto do Metro do Mondego. Em 24 de Janeiro de 2002 foram aprovadas as primeiras bases de concessão, em 6 de Dezembro de 2004 foram introduzidas alterações nas bases de concessão, o que demonstra bem a vontade dos Governos da época em realizar este investimento.

Mas outros exemplos podemos apontar de decisões tomadas então em matéria de investimentos em infra-estruturas no sector de transportes e que agora parecem ser questionadas.

Neste enquadramento político onde tudo parece valer, menos o bom senso, o Governo numa atitude responsável tem procurado seleccionar criteriosamente uma carteira de investimentos que promovam o desenvolvimento económico e que sejam factores de criação de riqueza, contribuindo para a competitividade nacional.

Só assim, podemos criar confiança quer nos agentes económicos, quer na população em geral.

Por todas estas razões, o Governo tem mostrado grande disponibilidade em discutir os projectos e, quando se justifica, introduzir as melhorias necessárias de forma criteriosa, mas garantindo sempre os compromissos assumidos, sem fugir às suas responsabilidades quando é chegado o momento de decidir.

O Sistema de Mobilidade do Mondego não foge a esta regra!

Como é sabido, o rumo que pretendemos para o projecto passa por desenvolver um novo conceito integrado de mobilidade regional, em que o sistema ferroviário ligeiro desempenhará um papel estruturante no sistema de transportes da região, articulando os concelhos de Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo.

Assim, na actual solução, no modelo defendido por este Governo, foram introduzidas diversas melhorias ao projecto, respondendo aos anseios da população.

A primeira passa por adoptar a mesma solução tecnológica para todo o Sistema com a opção de electrificar todo o Ramal da Lousã, numa opção racional quando se assiste a uma escalada dos preços do petróleo.

A segunda é relativa à inclusão na Etapa 1 da extensão a Coimbra B, o que irá permitir assegurar desde logo as ligações ao centro da cidade de Coimbra, bem como à rede ferroviária pesada, convencional e futuramente à Alta Velocidade.

A terceira que se encontra em fase de estudo e que depende também da posição final que vier a ser assumida pela Câmara Municipal de Coimbra, passa por desviar em alguns pontos a linha do actual canal, aproximando o Sistema ligeiro dos locais onde estão as pessoas.

A quarta com a introdução de veículos de tipologia tram train com a reabertura da operação ferroviária e cujo lançamento do concurso assinalamos hoje.

Minhas Senhoras e Meus Senhores,

Estamos a falar de um investimento total de cerca de 285 milhões de euros. Representa com certeza um grande esforço para o País, mas também representa um grande benefício para as populações. Este investimento representa uma aposta na melhoria da qualidade de vida das populações desta Região, mas também num modo de transporte mais sustentável do ponto de vista ambiental e energético, como é o caminho-de-ferro.

O SMM integra-se na política de transportes do Governo que reconhece grandes potencialidades aos modos de transporte colectivos de superfície, enquanto elementos que permitem a articulação das redes pesadas de transportes e as redes de distribuição de proximidade, permitindo igualmente configurar soluções que satisfaçam integralmente as cadeias de mobilidade.

Hoje estamos aqui para demonstrar a nossa determinação para que o projecto do Sistema de Mobilidade do Mondego avance com celeridade, com rigor e de forma sustentada.

Para tal, continuamos a contar com a colaboração de todos, em particular dos Municípios, para juntos tornarmos o Sistema numa realidade.

Agradeço, por isso, na pessoa dos presidentes dos Municípios aqui presentes todo o contributo que têm dado e que estou certa continuarão a dar.

Por último, não queria deixar de enaltecer o trabalho conjunto desenvolvido pela Metro Mondego, CP, Refer e Ferbritas para que pudéssemos hoje assistir a esta cerimónia que marca o princípio de uma nova realidade para o Sistema de Mobilidade do Mondego.

Coimbra, Junho 30, 2008

Fonte: Portal do Governo

David Parelho
[ Adicionar um comentário ] [ Nenhum comentário ]
# Enviado em Quarta 02 Julho 2008 19:22

TGV: “ NADA TRAVA A MARCHA “ DA LINHA PORTO-VIGO – CARLOS LAGE.

Vila do Conde [Portugal] Terça-Feira, Julho 01, 2008

TGV: “ NADA TRAVA A MARCHA “ DA LINHA PORTO-VIGO – CARLOS LAGE.

O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN), Carlos Lage, garantiu hoje que "nada trava a marcha" do projecto linha de alta velocidade entre Porto e Valença, com conclusão prevista para 2013.

Segundo Carlos Lage, apesar de "alguma polémica" registada em Portugal sobre as grandes obras públicas, o projecto do comboio de alta velocidade (vulgo TGV) está "perfeitamente estudado" e "não há nada que o trava".

"O TGV é uma escolha feita pelo Estado português e a linha Porto-Vigo uma peça essencial dessa escolha", disse Carlos Lage, que falava em Santiago de Compostela no final de uma reunião de trabalho com o presidente da Junta da Galiza, Emílio Pérez Touriño.

Segundo o presidente da CCDRN, "dentro de pouco tempo vai ser feita a avaliação de impacte ambiental entre Braga e Valença e na segunda metade do próximo ano haverá a abertura do concurso para construção da linha".

Lage garantiu que nada afecta a decisão do Estado português para prosseguir com a construção das infra-estruturas necessárias para o País ter "acesso fácil" à rede de alta velocidade da Península Ibérica e da Europa.

A nova direcção do PSD contestou o investimento na linha de comboio de alta velocidade, defendendo que deveria ser dada prioridade às políticas sociais.

Pérez Touriño referiu-se à futura linha de alta velocidade entre o Porto e Vigo como a "coluna vertebral" da euroregião e garantiu que, do lado galego, o troço entre Vigo e Porriño já passou a fase de consulta pública e que o troço de Porriño a Valença prepara-se para entrar nessa fase.

"É um projecto vital, decisivo e estruturante para esta euroregião", sublinhou o líder do Governo regional da Galiza.

Do lado português, a linha tem um custo estimado de 1,5 mil milhões de euros, dos quais 845 milhões para o troço entre Valença e Braga e 635 milhões para a ligação entre Braga e o Aeroporto Sá Carneiro, no Porto.

De acordo com os compromissos assumidos pelos governos dos dois países, a ligação estará pronta em 2013.

Fonte: Rádio e Televisão de Portugal

David Parelho
[ Adicionar um comentário ] [ Nenhum comentário ]
# Enviado em Terça 01 Julho 2008 14:58

EFEMÉRIDES FERROVIÁRIAS DO MÊS DE JULHO.

Vila do Conde [Portugal] Terça-Feira, Julho 01, 2008

EFEMÉRIDES FERROVIÁRIAS DO MÊS DE JULHO.


01/07/1875 : Portaria encarregando o Coronel de Eng. Nuno Augusto de Brito Taborda, Director do CF do Sueste, de elaborar o projecto definitivo do CF do Algarve.

01/07/1875 : Decreto ordenando a construção do CF do Algarve por conta do Governo.

01/07/1882 : Abertura à exploração pública da Linha da Beira Alta, entre Figueira da Foz e a fronteira por Vilar Formoso.

01/07/1889 : Abertura à exploração pública do troço entre Amoreiras e Faro, na Linha do Sul.

01/07/1889 : Inauguração Linha de Beja -Faro

01/07/1889 : Inauguração da Estação de Faro

01/07/1901 : Portaria que autoriza o CA dos CF Estado a proceder à construção do 1º lanço da ligação Barreiro-Cacilhas, entre a estação do Barreiro e a margem direita da Ribeira de Coina.

01/07/1927 : A CP concede as mesmas regalias do seu pessoal aos reformados dos CF Estado.

01/07/1930 : Abertura do troço Lagoaça a Mogadouro

02/07/1867 : Lei autorizando o Governo a construir e explorar as Linhas férreas do Porto a Braga e à fronteira da Galiza e do Porto ao Pinhão.

12/07/1866 : Decreto nomeando uma comissão de inquérito à situação financeira da Comp. Real CFP.

02/07/1919 : Greve da CP, Comp. Beira Alta e Nacional exigindo aumentos salariais, sistema de Caixas únicas ou uniformização do sistema de reformas, pensões e socorros.

02/07/1953 : É adjudicada à firma alemã Fried Krupp Stahlban Rheinhausen a renovação das pontes metálicas da Beira Alta por 45.000 contos .

03/07/1958 : É adjudicado à empresa Dargent a metalização e transformação de 10 carruagens séries AB 5yf 601/604 e Cyf 0601/0606 em furgões de grande Linha .

04/07/1945 : Encontram-se fora de circulação 25% das locomotivas, por falta de combustível.

04/07/1957 : O CA adjudica ao Groupement a montagem da sinalização do Entroncamento, por 6.000 contos, ao abrigo do Plano de Fomento .

05/07/1929 : Publicação do Decreto nº. 17.073 que aprova o Regulamento dos Serviços Sanitários das empresas ferroviárias .

07/07/1864 : Inauguração da Estação de Coimbra B

07/07/1886 : Alvará concedendo à Comp. Real CFP a construção e exploração de um Ramal de Santa Apolónia a São Domingos de Benfica.

08/07/1872 : Os primeiros trabalhos de construção do caminho de ferro ao Norte do Douro iniciam-se com a Linha do Minho, numa cerimónia solene

08/07/1873 : Inicia-se a construção da Linha do Douro, a Leste de Ermezinde

09/07/1857 : É publicado o Decreto que dissolve a Companhia Central Peninsular CFP

10/07/1922 : Início de greve seguido de lock out nas Oficinas, Depósitos e Reservas da CP. O pessoal havia iniciado greve às horas suplementares e trabalho por tarefas, reclamando aumentos salariais e o restabelecimento, nas Oficinas, das regalias anteriores à greve de 1920.

11/07/1871 : É concedida ao Duque de Saldanha licença para estabelecer um CF sistema Larmanjat entre Lisboa e Sintra.

11/07/1908 : Inauguração Linha de Mora

11/07/1968 : É autorizada a celebração do contrato Eurofima-Sorefame para a aquisição de 25 carruagens de 2ª classe, para serviço na Grande Linha .

11/07/1908 : Abertura à exploração pública do troço entre Pavia e Mora. Conclusão da Linha de Mora.

13/07/1949 : A CM Lisboa aprova o projecto do atravessamento da Avenida da República, pela Linha Urbana, em viaduto (viaduto de Entrecampos).

14/07/1863 : É estabelecido o Imposto de Trânsito (5%), sobre passageiros e mercadorias no CF

14/07/1872 : Foi decretada a construção da Linha do Minho e novos estudos da do Douro, nas imediações de Penafiel

14/07/1918 : Inauguração Troço de Garvão - Alcácer do Sal [Transbordo Fluvial até 1925]

15/07/1878 : Início da construção do Ramal de Cáceres.

15/07/1907 : O comboio chega a Pedras Salgadas

16/07/1855 : Publicada a Lei que autoriza o Governo a iniciar no Cais dos Soldados o CF de Lisboa à fronteira

16/07/1859 : O Conselho de Obras Públicas e Minas apresenta ao Governo o programa de concurso para a construção da linha férrea de Vendas Novas a Évora e Beja

17/07/1888 : Abertura à exploração pública do troço entre Leiria e Figueira da Foz, conclusão da Linha do Oeste.

17/07/1933 : Iniciaram-se os trabalhos de renovação na Estação (velha) de Pinhal Novo

17/07/1945 : Contrato entre a CP e a Comp. da Beira Alta, para regular a troca de material circulante e utensílios, em regime de transmissão .

18/07/1913 : Concessão à C.M. de Tomar da linha férrea de Paialvo a Tomar, com ligação à Linha do Norte.

18/07/1918 : Greve dos ferroviários do Sul e Sueste pela imediata aplicação dos quadros de pessoal previstos no suspenso Decreto nº 4206 e contra um imposto sobre o rendimento que abrange os ferroviários do Estado .

19/07/1919 : Com o fim de impedir a sabotagem da via férrea ,o Governo determina que grevistas presos escoltados por soldados sejam metidos em vagões abertos à frente das locomotivas - “vagão fantasma”.

20/07/1932 : O Conselho de Administração homologa a resolução da CE para que a CP seja designada por «Comp. dos CF Portugueses - Sociedade Anónima de Responsabilidade Limitada», em virtude dos novos Estatutos.

20/07/1936 : Suspensão do “Sud-Express” devido à guerra civil espanhola

20/07/1938 : Abertura à exploração pública da linha férrea de cintura


21/07/1877 : Acordo assinado com M. Maret para o prolongamento da Linha de Torre das Vargens-Valência de Alcântara até Espanha.

21/07/1907 : Inauguração do Troço entre Guimarães e Fafe

21/07/1959 : Contrato entre a CP e um grupo internacional com participação da Eurofima, para o fornecimento de 6 locomotivas diesel-eléctricas no valor de 21.754 contos.

22/07/1924 : A CP reata o pagamento dos “coupons” das obrigações, bem como as amortizações estatutárias canceladas desde 1918.

23/07/1863 : São aprovados os estatutos da Companhia do Sueste .

23/07/1943 : Inauguração do “Lusitânia Expresso” ligando Lisboa a Madrid, comboio de luxo composto por carruagens metálicas de 1ª e 2ª classes e carruagens camas.

23/07/1996 : Entrada ao serviço dos Sistemas de Sinalização Automática e de Telecomunicações entre Pampilhosa e Vilar Formoso.

24/07/1854 : Assinado o contrato entre o Governo e o Reino, em representação de uma sociedade, para a construção do CF de Aldeia Galega (hoje Montijo) a Vendas Novas, e outras Linhas que com estas possam vir a entroncar

26/07/1855 : Publicada a Lei aprovando o projecto para a construção de um CF de Lisboa a Sintra

26/07/1950 : São aprovadas obras na cocheira de máquinas de Lagos para apoiar o serviço de automotoras no Algarve .

28/07/1873 : Inauguração do CF de sistema Larmanjat entre Lisboa e Sintra.

29/07/1885 : Contrato definitivo entre o Governo e Marquez da Foz, Visconde de Macieira, Fernando Palha e Henrique Moser para a construção e exploração do Ramal de Viseu.

29/07/1923 : Abertura à exploração pública do Ramal de Cacilhas (Lavradio - Seixal).

29/07/1955 : É assinado o Acordo Colectivo de Trabalho entre a CP e a União dos Sindicatos dos Ferroviários, Sindicatos Nacionais dos Engenheiros Auxiliares, Agentes Técnicos de Engenharia e Condutores, dos Electricistas e dos Profissionais de Enfermagem .

29/07/1999 : Entrou ao serviço o primeiro operador privado (após 1975) “Fertagus” que faz a travessia ferroviária sobre o Rio Tejo na maior ponte rodo-ferroviária suspensa (então) do mundo: a ponte “25 de Abril”

30/07/1875 : Abertura do troço Ermezinde a Penafiel na Linha do Douro.

30/07/1922 : Inauguração Troço de Portimão-Lagos

31/07/1947 : Publicação do Decreto-Lei nº 36.445 que aprova os novos Estatutos da CP.

31/07/1952 : O Director Geral apresenta à CP o Plano da Rede Unificada Portuguesa.

31/07/1969 : O CA decide encerrar as Linhas de reduzido tráfego.


David Parelho
[ Adicionar um comentário ] [ Nenhum comentário ]
# Enviado em Terça 01 Julho 2008 13:38